Como cliente em trial, quero um período de carência ao expirar, para não perder acesso no meio de uma tarefa.
- Dado um trial com ≤ 3 dias restantes
- Quando a data de expiração é alcançada
- Então 5 dias de carência são aplicados
Plataforma de planejamento AI-first
O Koda First lê o seu código — legado incluso — e transforma ideias e contexto em épicos e estórias prontos pra desenvolver: com dono, com aprovação, com rastro. O trabalho operacional a IA faz; seu time volta pro que só ele faz: produto e estratégia.
Produto pronto e rodando · acesso a um número limitado de times nesta fase
// regra de negócio que nunca virou spec function renewTrial(customer) { const left = daysUntil(customer.trialEnds); if (customer.plan === 'trial' && left <= 3) { applyGracePeriod(customer, 5); } }
Como cliente em trial, quero um período de carência ao expirar, para não perder acesso no meio de uma tarefa.
O problema
Mais código, mais rápido, sobre requisito raso. O resultado bate no fim da esteira — e volta como retrabalho.
A spec chega rasa porque o PO não tem tempo de escrever fundo.
O código assume regras que ninguém escreveu — a verdade do produto fica enterrada no repositório.
O QA vira o pagador do imposto: valida no escuro, sob pressão de velocidade.
E o retrabalho vira rotina — o custo reaparece no lead time.
Mais código, mais rápido, sobre requisito raso, só produz mais bug mais cedo.
Como funciona
Sem trocar de ferramenta e sem abrir uma IDE. O time continua trabalhando onde já trabalha.
O Koda First faz engenharia reversa do código e da documentação — e monta uma visão do projeto que talvez nunca tenha existido.
Em linguagem natural. A IA conversa, pergunta e preenche as lacunas — sem você abrir uma IDE.
Requisito, arquitetura, estória e cenário de teste: cada peça tem dono, passa por revisão humana e fica versionada. Nada entra no board porque um agente achou que devia.
E, em breve, Jira. O backlog aterrissa onde o time já planeja e executa.
Por que só o Koda First
Hoje qualquer ferramenta boa lê o seu repositório — isso virou o mínimo. A pergunta que separa as ferramentas não é mais “ela conhece meu código?”, é “o que sai do outro lado?”
Do outro lado do Koda First sai backlog que aguenta auditoria — não sugestão de agente. E como ele parte do código que existe de verdade, o requisito reflete o que o sistema faz, não o que alguém achou que ele fazia.
Quem aprovou, o quê e quando fica registrado — do critério de aceite à linha de código, nos dois sentidos.
Gherkin gerado a partir dos critérios — happy path, borda e negativos. O QA para de ser o último a saber.
O time continua no Azure DevOps. Sem “adote nossa ferramenta e mande todo mundo junto”.
Pra quem
Times de tecnologia de 15 a 100 devs, em scale-ups e PMEs, que sentem o custo do requisito raso.
Recupera as horas do trabalho operacional e volta pra estratégia — sem virar digitador de backlog.
Recebe demanda sem ambiguidade, com contexto do código real — menos ida e volta pra entender o que era pra fazer.
Para de apagar incêndio: recebe cenários Gherkin prontos — borda e negativos inclusos — desde a origem, não descobertos no fim.
Menos retrabalho, lead time menor, uma esteira que dá pra prever. Previsibilidade vira número, não promessa.
Comece agora
O Koda First está pronto. Agende uma conversa: conectamos ao seu código, geramos épicos e estórias reais do seu projeto e sincronizamos com o seu Azure DevOps — pra você sentir o valor no seu contexto, não numa demo genérica.
Sem compromisso. A gente responde pessoalmente em até 1 dia útil.